V - Senhorinha Teodora da Encarnação
Senhorinha da Encarnação e Maria Cândida de Sousa
José Rodrigues de Carvalho, separando-se de Francisca Teodora de Rezende, casou-se novamente com Senhorinha Teodora da Encarnação, com a qual teve os seguintes filhos: Maria Cândida da Encarnação (que se casou com Antonio Gomems de Sousa, o Tunico Sousa e passou a assinar Maria Cândida de Sousa), Firmino Teodoro de Carvalho e José de Carvalho Filho (Fiico). Fiico era mudo. Segundo João Berocan de Sousa (Beró), seu avô José de Carvalho faleceu quando trabalhava em uma derrubada de roça.
Ficando viúva, Senhorinha Teodora da Encarnação contraiu novas núpcias com Joaquim de Sousa Carrijo, filho de Antônio de Sousa Carvalho e Maria Rosa da Encarnação. Joaquim era irmão de Gerônimo Gregório, José de Sousa, João Bem, Virgínia Mendonça, Maria Rosa Rodrigues, Franklin e Antônio Rosa.
Segundo informações de Ana Cândida de Sousa (filha de José Carrijo de Sousa e esposa de Irani Gomes de Sousa), Joaquim Carrijo de Sousa (conhecido como Quincas) teve três filhos com Senhorinha: Antonina (que morreu jovem e solteira), Antônia Rosa de Sousa (08/04/1924-29/04/1964) que se casou com Antônio Nunes de Sousa (06/10/1928), o Antônio Moranga e Joaquim Carrijo de Sousa Filho, o Joaquinzinho, que morava em Ponte Branca (que foi esposo de Alice Maria da Silva Sousa, filha de Maria Rosa Rodrigues e Francisco Rodrigues Carvalho. Joaquinzinho e Alice Maria são os pais do Afonso, que atualmente mora em Mineiros, GO). Depois de viúva, ela se casou com Eliseu Parreira de Matos, nascido em 11 de fevereiro de 1917.
A família detém poucas lembranças de Senhorinha. Eu me lembro dela morando na Fazenda da Mata, na Casa que mais tarde se tornou a Casa de Farinha, logo abaixo da Casa Principal. No entanto, são fracas as minhas memórias, posto que tinha apenas 6 anos de idade quando ela faleceu.
Aberaldo Carrijo de Sousa (filho de Marina Cândida de Sousa e Itamário Carrijo de Sousa, neto de Antônio Gomes de Sousa e Maria Cândida de Sousa e bisneto de Senhorinha) registrou: Eu não consigo aumentar essa história da minha querida bisavó Madrinha Senhorinha. Me lembro muito bem dela e com muita saudade. Ela gostava muito de me agradar; ela enchia um litro de pedras de açúcar, daquelas bem branquinhas e, quando eu chegava, ela me pegava pela mão e falava: "Vem cá, meu filho! Eu guardei umas pedrinhas de açúcar para você". Pensa num açúcar gostoso. Ela também guardava um litro de melado da cana bem puxento, que quase quebrava o cabo das colheres para tirar. E assim nos agradava.

Acredito que aqui você se confundiu, A Maria é Jorge e a Mena do João, depois confere aí.
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