VI - Antonio Gomes de Sousa


Maria Cândida de Sousa e Antônio Gomes de Sousa


Conforme consta em sua Certidão de Casamento, expedida pelo Registro Civil de Torixoréu, MT, Antônio Gomes de Sousa, o Tunico Sousa, patriarca da Família Tuniquinho, nasceu em 24 de junho de 1904. As informações que tínhamos até então eram de que tinha nascido em 13 de junho de 1903, na cidade de Mineiros, GO. Manteremos na árvore genealógica a data tradicional, com essa ressalva.


Gerônimo e Tunico Sousa

Tunico Sousa é filho de Gerônimo Gregório de Sousa e Narcisa Joaquina de Rezende, neto de Antônio de Sousa Carvalho e Maria Rosa da Encarnação, os pais de Gerônimo e de João José Gomes e Narcisa Carolina de Rezende, os pais de Narcisa Joaquina. É sobrinho de Francisca Teodora de Rezende (irmã de sua mãe) e José Rodrigues de Carvalho e de Maria Rosa Rodrigues (irmã de seu pai) e Francisco Rodrigues de Carvalho.

Em 26 de janeiro e 1937, Tunico Sousa se casou com sua prima Maria Cândida da Encarnação, a qual passou a assinar Maria Cândida de Sousa.


Maria Cândida de Sousa


Maria Cândida de Sousa é fruto do segundo casamento de José Rodrigues de Carvalho com Senhorinha Theodora da Encarnação. Na Certidão de Casamento expedida pelo Registro Civil de Torixoréu, MT, consta que é filha de José Joaquim de Carvalho e Senhorinha Theodora Encarnação. Também consta que sua data de nascimento é 03 de junho de 1903. A tradição é que ela nasceu em 04/05/1904 e que seu pai é José Rodrigues de Carvalho e Senhorinha Theodora da Encarnação. No Cemitério Boa Esperança, onde ela foi sepultada, consta 04 de maio de 1904. Também era assim que estava registrado em uma arte nas paredes da Fazenda da Mata. Na sua Certidão de Óbito, no entanto, consta que ela faleceu em 08/10/1965 com 60 anos. E, portanto, se isso for verdade, não poderia ter nascido nem em 1903 e, tampouco em 1904, mas em 1905. Diante dessas inconsistências registrais, manteremos a data tradicional de nascimento de 04/05/1904, com essas ressalvas.


Senhorinha Theodora da Encarnação


Tunico Sousa fixou sua residência na Fazenda Olho D’Água, que ficava em cima da serra da Irara, na estrada para o Quebra Dentes, município de Torixoréu, MT.

Em 1923, contratou o Sr. José Belo, considerado como o melhor carpinteiro da região, para que fizesse a casa de sede da Fazenda da Mata, no sopé da Serra da Irara, no Município de Torixoréu, para onde se mudou após a conclusão da obra.

Fazenda da Mata, sede. Proprietário: Antônio Gomes de Sousa


A casa ficou muito bonita. Era espaçosa e com muitos cômodos. Ainda está de pé, guardando muitos vestígios de seus tempos de glória. Era uma casa com dois pisos, pintada de branco, com barrado de azul celeste. Foi nessa casa que a maioria dos seus filhos e grande parte dos netos nasceram. Meus irmãos Waldomiro, Argemiro, Antônio e eu, também, nascemos nessa casa, sob os cuidados de minha avó Maria Cândida e de tia Virgínia Mendonça, a parteira da família.

Segundo minha mãe, no meu parto ela também foi assistida por dona Rufina, uma parteira da região do Diamantino. Ela me disse que estava "passando mal" para me ganhar há três dias e eu não nascia. Então, dona Rufina fez minha mãe assumir um voto de que, se eu nascesse naquele dia 25 de maio de 1958, o meu nome seria Izaias. Meu pai queria que fosse Antônio, em homenagem ao meu avô Tunico Sousa, mas por causa do voto, recebi o nome do profeta Isaías, que significa "Deus é minha salvação". Minha avó Maria garantiu que o voto fosse cumprido, dizendo que se colocasse Antônio no próximo menino que viesse, mas o voto tinha que ser respeitado, pois, afinal, eu nascera mesmo naquele dia. E assim aconteceu. Durante muitos anos, havia uma escritura na parede do quarto da escada, na casa de meu avô, com o meu nome e o dos meus irmãos, com nossas datas de nascimento registrados. Em nova pintura do quarto, a arte foi apagada, infelizmente.

Mas eu quero falar mais dessa bela casa, que até hoje me deixa encantado.



Família Tunico Sousa


A casa lá da fazenda fora construída em um estilo colonial, em dois níveis. Havia uma escada para descer do nível da sala e dos quartos para o nível da cozinha e da dispensa. Na frente da casa havia um pátio cercado. A cerca era de aroeira e tinha uma pequena porteira para que a gente pudesse entrar. A cerca era um limite para o gado e outros animais. Aliás, o gado costumava dormir na frente do pátio. O piso do pátio era de tijolos à vista rejuntados. Também havia algumas pedras compondo o mosaico. Na parte da frente, havia duas portas e quatro janelas. Uma das portas entrava para a sala. A outra entrava para um salão que demandava para os quartos e para a escada que conduzia à cozinha. A sala e o salão também eram interligados por uma porta. Na sala, além da janela da frente, havia mais quatro janelas laterais que demandavam para o curral. Nós gostávamos de ficar naquelas janelas vendo os homens lidarem com o gado no curral, tirando o leite ou marcando e curando os animais. Na sala havia dois bancos grandes e uma mesa ao fundo da sala. Me recordo que na mesa tinha duas gavetas, onde se guardavam pregos, ferramentas e coisas de utilidade para alguma emergência. Na parede da sala, além dos penduradores de chapéus, destacavam-se os quadros fotográficos. Tinha um quadro com meu avô Tunico Souza, minha avó Maria Cândida e todos os filhos deles: tia Kiló, tia Marina, tio Irani, tio Josias, tio Beró, meu pai Marcelino, tio Odílio, tia Paulina e tia Zulmira. Tinha também um quadro do meu avô e minha avó. Havia outro que trazia eu e o meu irmão Antônio. Éramos duas lindas crianças. O Antônio todo sorridente e eu, com a cara um pouco mais fechada. Tinha também um quadro do casamento de meu pai com a minha mãe. E outro de meu pai e minha mãe, ao lado dos meus avôs João Nortenso e Tunico Sousa. Fiquei sabendo que aqueles quadros eram de meu pai e que foram levados para lá quando ele e minha mãe se separaram. Meu irmão Argemiro os levou para a casa dele, mas em uma de suas mudanças, eles se extraviaram. E hoje ninguém mais sabe onde estão. “Procuram-se. Quem souber de seu paradeiro, favor nos comunicar”.

Saindo da sala, passávamos ao salão. Do salão, havia uma porta que conduzia ao chamado quarto da sala. Nesse quarto havia dois catres. 

Os catres era umas camas com estrutura de madeira maciça. A parte onde ficava o colchão era um trançado com tiras de couro cru. Os colchões eram cheios de palha de milho desfiada. Os travesseiros eram cheios de paina (plumas da paineira).


Izaias Resplandes no terreirão da Casa da Fazenda

Havia quatro janelas no quarto da sala. Duas que demandavam para o pátio da frente da casa e outras duas que demandavam para o terreirão, que ficava do lado da casa oposto ao lado do curral. Ao fundo da sala havia um pequeno corredor que demandava para o quarto do meu avô e para mais dois quartos, um dos quais era conhecido como o quarto da escada, pelo fato de que sua porta de entrada ficava no começo da escada. Havia um catre para casal em cada um desses quartos. E todos eles tinha duas janelas. No quarto da escada, as janelas demandavam para o terreirão. No quarto do meu avô, as janelas demandavam para o curral. E no outro quarto, as janelas demandavam para os fundos da casa. Uma das curiosidades desse quarto eram os nomes dos filhos de meu pai com os respectivos aniversários escritos na parede, em letras vermelhas. Ali, no final daquele corredor ficava a escada em ele, guardada por um corrimão. Era uma escada pequena, com uns oito degraus mais ou menos. Quando eu era criança, costumava me sentar no último degrau da escada para comer. E ali, eu dormia com prato na mão.


Izaias Resplandes e Leidiomar Martins, sua tia, na área dos fundos da casa, à frente do quarto de meu avô e do quarto dos nomes

Ao final da escada ficava a cozinha. Era  grande. No canto esquerdo ficava o fogão de lenha com o forninho para assar bolo. Na parte do fundo havia uma porta que demandava para a área da bica. Havia duas janelas no lado do terreirão. Uma delas ficava nos últimos lances da escada. E as pessoas gostavam de sentar ali. Além disso, essa janela servia de porta para o terreirão. Havia mais uma janela do lado oposto ao fogão de lenha. E embaixo dessa janela ficava uma bancada alta que era usada para cortar toucinho, quando se matava um porco. Na maior parte do tempo era uma mesa onde se serviam as quitandas oferecidas aos visitantes, como bolo e requeijão. Sempre havia bolo e requeijão naquela casa, o que era servido acompanhado de café forte. O café era plantado e colhido ali mesmo, na Fazenda. A janela da bancada demandava para um pátio. E, depois desse pátio, ficava o curral. Na cozinha, após a janela da bancada, ficava uma banqueta. E por sobre a banqueta havia um pendurador de chapéus, onde o meu avô pendurava o seu chapéu. No lado da escada ficava uma cadeira preguiçosa, onde o meu avô se recostava e ficava balançando para lá e para cá. A gente gostava de se sentar nessa cadeira quando meu avô não estava sentado nela. Algumas vezes o meu avô sentava naquela cadeira com um chicote e ficava dando chicotadas carinhosas nos netos e bisnetos que ficavam correndo na frente dele. Não batia para machucar, mas de leve, apenas como brincadeira. Aquilo divertia os meninos. A cozinha também tinha um formato de ele. O lado menor do ele, ficava em baixo dos quartos de cima. Nessa parte havia uma porta que demandava para o terreiro lateral e outra que dava para despensa. 

A despensa tinha uma janela que demandava para o curral. Os latões para receber o leite tirado no curral ficavam ali em um banco ao nível da janela. O leiteiro tirava o leite, vinha e despejava ali nos latões da despensa. Era comum os meninos ficarem também ali na despensa esperando a espuma do leite que era oferecida pelo leiteiro. Na despensa havia uma outra porta que demandava para um porão embaixo da parte alta da casa. Ali sempre havia morcegos. E era ali que se guardavam as tranqueiras e garrafas vazias que algum dia pudessem ser reutilizadas. No ele menor da cozinha, havia os nomes com datas de nascimento do meu avô, da minha avó e dos filhos deles. Assim, desde pequeno, a gente tinha guardado na memória essas datas.

Saindo da cozinha para os fundos, a gente chegava na área da bica, que ficava do lado esquerdo da área. Depois dela ficava a casa do calabouço. No lado direito da área ficava o terreiro lateral que demandava para o curral e para o quintal arborizado.

O terreirão era o lugar onde se colocava o café para secar. O rego d'água que vinha da Serra da Iara desembocava em uma bica de aroeira que descia ao lado do terreirão até chegar a Casa do Monjolo. O calabouço ficava dentro da casa de monjolo. A bica desaguava no calabouço onde tomávamos banho. Quando a bica estava entrando na casa do calabouço, ela tinha um furo no fundo por onde saia uma parte da água para a bica da cozinha, que saía dessa bica em formato de ele, aos fundos do terreirão, à frente da casa do monjolo. Nas noites em que os netos de meu avô se reuniam ali na Fazenda, a gente fazia diversas brincadeiras ali naquele terreirão. Era muito legal.

A casa de monjolo era dividida em duas partes. Na parte da frente ficava o monjolo com o pilão e sacos de arroz para serem limpos. Dali passava-se ao calabouço, o que era construído em dois níveis. No mais alto ficava o local para gente trocar a roupa e no mais baixo, uma pequena piscina onde a água da bica caía e onde a gente tomava banho. Podíamos usar a água do fundo ou a água da bica para nos banharmos. De manhã e à noite essa água era muito fria, mas na roda do dia ela ficava morna e aí era muito gostoso tomar banho nela.

O curral ficava do lado direito de quem chegava na casa. Era um curral bem grande. No meio dele havia um tronco de aroeira. Havia várias divisões no curral. Uma delas era usada para marcar o gado. 

A frente da casa havia uma grande mangueira. E depois dessa mangueira ficava o Paiol. Anexo ao Paiol havia um pequeno galpão onde também se guardava a tralha do carro de bois. Quando não estava sendo usado o carro de bois ficava nesse galpão protegido da chuva. Às vezes o carro de bois ficava embaixo da mangueira. A estrada que chegava à Fazenda passava entre a mangueira e a casa e continuava em direção à Serra, marginando o rego de água por uns 100 metros e depois o atravessava e descia ladeira abaixo demandando para as terras de tio Beró, tio Josias e meu pai Marcelino; e também para outras fazendas, como a do Sebastião Ambrósio. Pelo lado da chegada, a estrada descia uma ladeira, atravessava um pequeno córrego e chegava até a casa onde tio Irani e o Juquinha moraram e tocaram um bolicho. Dali, ela subia uma ladeira bem íngreme até chegar ao chapadão, por onde se ia para Torixoréu. Embaixo da ladeira, depois da casa de tio Irani, havia a casa da escola, onde também nós moramos. E dali, ia-se para casa do tio Belo Sousa, irmão de meu avô Tunico Sousa.

Saindo da casa da Fazenda, havia também uma estrada que ia para casa de tio Odílio, tio Itamario, tio José de Souza, que era irmão de meu bisavô Jerônimo Sousa e de meu bisavô João Bem, chegando a casa de tio Belo Souza. E mais adiante, tio Lázaro Coelho, cunhado de meu avô.

Na casa da fazenda, depois da bica e da casa do monjolo havia o mangueirão onde se criava os porcos, com exceção dos porcos de engorda, que ficavam em um chiqueiro separado. No mangueirão havia diversas fruteiras. As jabuticabeiras, as laranjeiras e as mangueiras sobressaíam. Aos fundos da casa ficava a chácara. Ali já houve diversos plantios. No início era um cafezal e depois um canavial. Depois o canavial foi arrancado e se plantou ali um bananal. Depois, arrancou-se uma parte do bananal e, no local, meu avô fazia o cultivo de arroz, milho e feijão. Meu avô fazia a irrigação com a água do rego que vinha lá da Serra. Depois da chácara, ficavam as terras de tio Beró.

Ao lado direito da chácara ficavam as terras do tio Marçal, um neto de meu avô, filho de tia Kiló e de tio Alfredo Ribeiro e que foi criado pelo meu avô após o falecimento de seu pai. 

Era muito gostosa a vida ali na Fazenda.

Lá, nós também tínhamos o arvoredo frutífero, por onde passeávamos ouvindo o canto das aves. Lá na fazenda, além do quintal arborizado, o outro encanto que me consumia os olhos  era a bica d'água que chegava até a porta da cozinha. Uma água fria e deliciosa de se tomar. Meu avô Tunico Sousa dizia que não havia necessidade de se filtrar aquela água para beber. Ele dizia que criara todos os seus filhos bebendo daquela água. E eles eram fortes e saudáveis.

Após a mudança de Tunico Sousa para a cidade de Torixoréu, MT, seu genro Edvan e sua filha Zulmira venderam a propriedade para Osvaldo Ribeiro da Costa e Leidiomar Martins de Sousa (filha mais velha do segundo casamento de Tunico Sousa).

Nos meus tempos de criança lá na fazenda, era sempre uma grande alegria para todos quando alguma mulher grávida tivesse o bebê por lá. Havia um período de resguardo e durante esse tempo, todos os dias havia galinha ensopada com pirão de farinha de milho para a grávida, de que também se aproveitavam os demais viventes da casa. Era uma delícia, daquelas de lamber os beiços.


Fazenda da Mata, Torixoréu, MT. A menina é Mariza Resplandes


O casal Tunico Sousa e Maria Cândida de Sousa tiveram os seguintes filhos: Nicanora, a qual nasceu deficiente e viveu apenas 11 dias, Claudemira Cândida de Sousa (casada com Alfredo Ribeiro de quem ficou viúva; na viuvez casou-se com João Pereira da Silva, adotando o nome de Claudemira de Sousa Silva e que era conhecida como Kiló), Josias Gomes de Sousa (casado com Inês Morais de Sousa), Marina Cândida de Sousa (casada com Itamário Carrijo de Sousa), Irani Gomes de Sousa (casado com Ana Cândida de Sousa), João Berocan de Sousa (casado com Tezilda Pereira de Sousa e que, depois de viúvo, manteve uma breve união conjugal com Clarinda, filha da Benedita e do José Justino), Marcelino Argemiro de Sousa (casado com Maria Resplandes de Sousa, de quem se separou, convivendo em seguida com Maria Cândida Teodoro), Odílio Carvalho de Sousa (casado com Ana Conceição de Sousa, da família Clemente e, depois de viúvo, conviveu por pouco tempo com dona Videlina), Paulina Maria Carvalho (casada com Lázaro Carvalho de Rezende, o Lázaro Kainágua) e Zulmira Sousa Matos (casada com Edvan Sousa de Matos).

Maria Cândida da Encarnação (nome de solteira) de Maria Cândida de Sousa (primeira esposa de Tunico Sousa), nasceu no dia 23/05/1905, em Mineiros, GO, embora as ressalvas já mencionadas acima. Filha de José Joaquim de Carvalho (José Rodrigues de Carvalho) e Senhorinha Teodora da Encarnação. Inicialmente, o seu casamento com Tunico Sousa foi apenas no religioso. O casamento civil foi celebrado em 26 de janeiro de 1937, quando o casal já possuía cinco filhos, os quais foram então legitimados. A cerimônia civil foi realizada pelo Juiz de Paz em exercício Manoel Antunes de Sousa, em Torixoréu, MT. Maria Cândida de Sousa  faleceu em 11/10/1965.



Aureliana Martins de Sousa e Antônio Gomes de Sousa, o Tunico Sousa

Após enviuvar-se, Tunico Sousa passou a conviver com Aureliana Martins de Sousa (nascida em 27/12/1943, na cidade de Alto Garças, MT), com quem teve os seguintes filhos: Eriovaldo, Leidiomar, Eriovan, Luciano, Antônio Carlos e Agda. Aureliana já possuía uma filha, Maria Joana Martins de Sousa (de seu primeiro casamento com Adão Nascimento) e que se casou com Oracílio Ferreira Barbosa, o qual deixou viúvo.


Antônio Gomes de Sousa faleceu em 09 de abril de 1999, com a idade de 95 anos). Aureliana Martins de Sousa faleceu em 21/05/2012.

Comentários

  1. Essa ficou perfeita. Parabéns! E obrigado!

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  2. Muito bom o trabalho, não posso garantir, mas eu conheço aquela serra por serra da Irara, não serra da Iara.

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  3. Como sempre tenho que lhe parabenizar, excelente trabalho, vai ficar para muitos jovens, da família ficar conhecendo suas raízes. Só vi um erro, no terceiro paragrafo onde da os detalhes do seu nome. bíblico.

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